Por que precisamos tanto de dinheiro, mas não admitimos a sua importância na nossa vida?

Em 27/03/2015 , Comments

          É bem possível que você também tenha crescido ouvindo pessoas dizerem, à sua volta, que dinheiro não traz felicidade. O tempo todo este tipo de conceito é bombardeado na mídia, fazendo-nos acreditar, por associação, que ter dinheiro é sinônimo de ser infeliz, ou que dinheiro traz culpa, solidão, tristeza, etc. E à medida que estes pensamentos se desenvolvem e se enraízam dentro de nós, admitir a importância do dinheiro passa a ser cada vez mais difícil. E os pensamentos e sentimentos que você vai anexando à sua percepção de dinheiro criam um "modelo de dinheiro". Este modelo, acredite, vai guiar todas os acontecimentos que envolvem a sua vida financeira. E é diferente para cada pessoa, pois implica no tipo de experiências que teve e tem ao longo de sua vida... 

          A minha filha tem feito bastante uma brincadeira, uma frase que diz “dinheiro não traz felicidade, mas a sensação é muito parecida”. De fato o dinheiro, o papel este que usamos entregar ao padeiro em troca de meia dúzia de pães, ou a nota azulzinha que paga um almoço, este realmente não traz nenhum tipo de compensação (experimente dizer isso para aquela sua amiga que está com 3 faturas de energia elétrica atrasadas, e o aluguel também!). É só papel. É preço. E tudo aquilo que tem um preço, nos ensinaram a acreditar, não tem valor, e se não tem valor, não nos faz feliz.

           Lembra aquele dia em que você perdeu a hora e o seu dia inteiro virou uma bagunça tão esquisita que você preferia ter ficado na cama? Pois é, naquele dia, cinco ou 10 minutinhos a mais, teriam salvado a sua pátria. Teriam representado a felicidade de um dia inteiro.

           Você me dá duas horas do seu tempo, e em troca lhe dou um prato saboroso, ou uma experiência relaxante na tarde de Spa. Eu lhe dou três meses do meu tempo, e em troca, você me passa anos de estudos em um sistema bem organizado e que me fará aprender o mesmo em apenas algumas horas.

            Desta forma parece bonito, não parece? Quando trocamos valor, a coisa muda completamente de figura, e o que parecia feio se torna bonito.

         Pois é exatamente isso. Permitir-se trocar valor com os seus clientes (e fornecedores), ativa o fluxo de prosperidade na sua vida. E imediatamente ativa uma crença positiva, relacionada ao bem estar e à abundância da natureza. Afinal, o seu tempo é precioso, o meu também. Quantos minutos vale um pãozinho? Se você pensar no receheio especial, ou seja, quanto tempo levou para o padeiro aprender a receita certa, o tempo certo, a temperatura, e cada um dos detalhes que fazem parte do processo pra que você receba aquele pãozinho perfeito, nem tão tostado, nem tão branquinho, com cheirinho de infância... Vale uns quantos minutos, hein?

          E estes seus minutos, as suas horas, quanto valem? Quando você passa 60 minutos em uma leitura, e transforma o semblante angustiado da sua consultante em esperança, quanto vale o seu tempo? E todas as horas, todas as noites em claro estudando, todos os cursos, os livros, as conversas, e até as "cobaias" que você precisou pra chegar até este momento, e compreender o que diziam as suas cartas, para a consulente?

            Vamos conversar um pouco mais sobre dinheiro, preço, valor, e como agregar valor ao seu trabalho, ser reconhecido (a) por isso e ter a agenda cheia? As 20 horas de sexta feira, 03 de abril, temos este encontro marcado, online. Para participar, basta inscrever-se no formulário aqui ao lado!  -->

               

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